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10 lições do livro “O Homem Mais Rico da Babilônia” – George Clason

Você já leu ou pensa em ler o livro “O Homem Mais Rico da Babilônia” escrito pelo George Clason?

Apesar de ser um livro antigo, escrito em 1926, seus ensinamentos continuam relevantes até hoje devido a característica atemporal deles.

Além disso, todos os ensinamentos são perfeitos para você que está em busca da tão sonhada liberdade financeira.

Nesse sentido, nós da Ourbooks não separamos 6, 7 ou 9 mas sim 10 lições do livro “O Homem Mais Rico da Babilônia” escrito pelo George Clason.

Portanto, se você quiser ter uma boa visão geral sobre os ensinamentos deste livro, você está no blog certo!

Sobre o que fala o livro

A primeira coisa que você tem que saber sobre este livro é que ele fala basicamente sobre finanças pessoais, porém o diferencial dele está na simplicidade.

Em outras palavras, George Clason transforma temas chatos como contabilidade financeira em algo fácil e interessante para o leitor que está conhecendo este mundo pela primeira vez.

Nesse sentido, se a sua preocupação em ler este livro for em relação a encontrar muitos termos técnicos ou assuntos complexos, pode ficar sossegado.

Em suma, se este livro pudesse ser resumido em uma frase, ela provavelmente seria: “Um livro sobre finanças pessoais simples e direto ao ponto”

Lições do livro “O Homem Mais Rico da Babilônia”

Agora que entendemos um pouco mais sobre o que é falado no livro, nós podemos conhecer as 10 lições do “O Homem Mais Rico da Babilônia”.

Caso você veja valor nestas dicas, não se esqueça de anotá-las ou revisar periodicamente este livro através deste blog da Ourbooks ou relendo a obra diretamente.

A repetição pode fazer com que você assimile melhor e coloque em prática as riquíssimas informações passadas neste livro.

Caderno e caneta prontos? Vamos para as 10 lições do “O Homem Mais Rico da Babilônia” então!

1) Pague-se primeiro (lei do 1/10)

A primeira das 10 lições do livro “O Homem Mais Rico da Babilônia” é sobre a importância de economizar 1/10 (10%) da sua renda.

De acordo George Clason, você estará pagando a si mesmo uma quantia que irá te enriquecer no longo prazo.

Nas palavras de Arkad (personagem criado por Clason para apresentar a ideia), guardar 1/10 do que ganha é similar a encher uma cesta de ovos.

Só para ilustrar, vamos pensar que você tenha uma cesta de ovos, e toda semana passam 10 ovos pela cesta

Se de cada dez ovos que entrem na cesta você sempre tire 9 e deixe 1 na cesta, chegará um momento que a cesta de ovos irá transbordar com o tempo.

E isso não só funciona com uma cesta de ovos, como também funciona para as finanças pessoais.

Portanto, a primeira das 10 lições do livro “O Homem Mais Rico da Babilônia” diz para pagarmos a nós mesmo primeiro, a fim de reservar 1/10 de tudo o que ganharmos.

2) Crie um orçamento e siga-o com consistência

A segunda lição do “O Homem Mais Rico da Babilônia” diz para criarmos um orçamento com a finalidade de evitar gastos e dedicar-se a economia do 1/10 da renda.

Entretanto, é provável que nesse momento você esteja se perguntado: “Mas por que eu vou criar um orçamento sendo que eu ganho pouco dinheiro?”.

Talvez você não só acha que ganha pouco, como também acredita que não consegue economizar 1/10 do que ganha, correto?

Se este for o seu pensamento, a segunda lição do “O Homem Mais Rico da Babilônia” foi feita para você.

De acordo com George Clason, existe uma armadilha oculta que faz as pessoas viverem endividadas e gastando tudo o que ganha.

Esta armadilha persegue o indivíduo até mesmo quando ele passa a ganhar mais dinheiro.

Em outras palavras, o nome desta armadilha é: falta de orçamento.

Em síntese, George Clason diz (através das palavras de Arkad) que a maioria das pessoas confundem facilmente desejo com necessidade de comprar algo quando não fazem um orçamento pessoal.

Como resultado, à medida que os rendimentos crescem, os gastos “necessários” também crescem na mesma proporção.

Portanto, a 2º lição do livro “O Homem Mais Rico da Babilônia” é justamente a solução que George Clason dá para solucionar a confusão entre desejo e necessidade: criem um orçamento e siga-o religiosamente, separando não menos que 1/10 do que ganham.

3) Quite as suas dívidas e deixe de ser escravo delas

Diferente da maioria das histórias contadas no livro, esta tem um viés mais motivacional do que financeiro propriamente dito.

Aliás, a história contada por Dabasir, o negociante de camelos da Babilônia, é uma das mais motivadoras do livro inteiro.

Segundo o próprio personagem, ele conseguiu sair de uma condição de escravo para a de um homem livre.

E esta mudança de vida não só foi no sentido literal de obter o seu direito de propriedade, como também foi em relação a sua mentalidade escravo.

De acordo com o Dabasir, o que impossibilitava ele de se tornar um homem livre (como um dia ele foi) era porque ele tinha uma mentalidade de escravo.

Como resultado, uma de suas atitudes era não assumir a responsabilidade pelos seus atos.

Ou seja, ele culpava a todos pelo seu fracasso: credores, amigos que confiaram dinheiro a ele, circunstâncias incontroláveis… E dentre muitas outras coisas, menos a si mesmo.

Foi a partir do momento em que Dabasir entendeu que ser um homem livre também era assumir as suas responsabilidades que ele definitivamente deixou de ser um escravo de acordo com o livro.

É por isso que uma das primeiras atitudes dele foi justamente fugir do seu senhor para tentar voltar à Babilônia.

O seu objetivo era claro: quitar todas as suas dívidas e ser livre novamente.

Portanto, a 3º lição do “O Homem Mais Rico da Babilônia” nos ensina a mudar uma mentalidade voltada a ser escravo para uma mentalidade de homem livre.

E não só ensina, como também mostra na prática como agir para resolver todas as pendências (incluindo as financeiras) que nos tornam escravos da nossa própria mente.

4) Proteja o seu dinheiro

Após criar um orçamento e quitar as dívidas, tornando-se um homem livre de fato, a 4º lição do “O Homem Mais Rico da Babilônia” diz para buscarmos proteger o nosso patrimônio

De acordo com as palavras do próprio Arkad:

“Todo aquele que possui ouro guardado costuma ser induzido, na esperança de conseguir grandes somas, a fazer investimentos nos mais plausíveis projetos. Com bastante frequência, amigos e parentes estão avidamente interessados nisso e
incentivam-no a realizá-los. O primeiro princípio saudável de um investimento é a segurança do capital aplicado”.

George Clason – (Clason, 2005, p. 37).

Nesse sentido, o autor é claro: JAMAIS INVISTA por pressão social ou por promessas de ganhos irreais em uma aplicação X ou Y.

Embora promessas de ganhos rápidos e lucrativos sejam atraentes, George Clason através do seu personagem Arkad deixa claro que você deve buscar, acima de tudo, a segurança do seu capital.

Além disso, esta lição não se resume a apenas golpes financeiros, como também serve para se proteger de problemas ocultos que fazem a gente perder dinheiro sem saber.

Você sabia, por exemplo, que se você deixa o seu dinheiro parado na conta corrente está te deixando mais pobre sem você saber?

De acordo com a Agência Brasil, o Banco Central Brasileiro pretende fechar o ano de 2022 com uma inflação de 7,1%.

Em outras palavras, isso significa que se você deixasse na sua conta corrente do banco (ou até mesmo debaixo da cama) uma quantia equivalente a R$ 1.000,00, ao final de 2022 você ainda teria de fato os R$ 1.000,00.

Porém, devido a impressão de dinheiro feita pelo governo, o que o seu dinheiro comprava com R$ 1.000,00 agora tem um poder de compra equivalente a R$ 929,00.

E o que aconteceu com os R$ 71,00 que você perdeu de poder de compra? Literalmente saiu da sua mão para financiar o governo, sem que você se quer tenha notado isso.

É por isso que você tem a impressão de que está tudo aumentando quando você vai ao mercado, por exemplo.

E note que tudo isso aconteceu sem que você se quer tenha visto um centavo se quer saindo da sua conta corrente ou debaixo da sua cama.

Em suma, a 4º lição do “O Homem Mais Rico da Babilônia” é para que você proteja o seu patrimônio de tudo que tenta te tirar dinheiro, inclusive do governo.

5) Invista no que você conhece e multiplique seu dinheiro

Você já perdeu dinheiro por investir em algo que você não conhecia?

Esta é a realidade de muitas pessoas que acabam tentando multiplicar o seu dinheiro, e por conta disso acabam tendo uma aversão negativa a riscos.

Por outro lado, a terceira e a quarta lei de ouro ensinada no livro já deixa bem claro a solução para que você consiga investir e multiplicar o seu dinheiro sem que você se complique no meio do caminho:

3º lei das 5 leis de ouro l O Homem Mais Rico da Babilônia - George Clason
3º lei de ouro – O Homem Mais Rico da Babilônia por George Clason (DESLIZE PARA VER A PRÓXIMA IMAGEM)
4º lei das 5 leis de ouro l O Homem Mais Rico da Babilônia - George Clason
4º lei de ouro – O Homem Mais Rico da Babilônia por George Clason (DESLIZE PARA VER A PRÓXIMA IMAGEM)

Logo, se você deseja multiplicar o seu dinheiro, você tem que basicamente seguir a 4º e a 3º lei de ouro.

Ou seja, investir o seu dinheiro em negócios que você entenda com o conselho de pessoas experientes no assunto/negócio que você vai investir.

Aliás, vale ressaltar que no livro o autor sempre incentiva que o indivíduo busque conhecimento.

George Clason deixa isso bem claro nas palavras do seu personagem (Arkad) ao dizer que:

“[…] Quem poderia aquilatar em moedas de ouro o valor da sabedoria? Sem sabedoria, o ouro pode ser rapidamente perdido pêlos que o têm, mas, com sabedoria, o ouro pode ser adquirido pêlos que não o têm”.

George Clason – (Clason, 2005, p. 64).

6) Evite as promessas de dinheiro fácil e rápido

Conforme já foi abordado neste blog através da 4º e 5º lição do livro, todo indivíduo que quer enriquecer deve evitar promessas de dinheiro fácil e rápido.

No livro George Clason explica bem isso através das experiências pessoais do seu personagem Nomasir, filho de Arkad.

Desse modo, vale a pena se aprofundar nesse assunto citando uma história contada no livro.

Nomasir, um jovem inexperiente em relação ao bom uso do dinheiro, foi convencido a apostar, durante a sua viagem de ida para Nínive, em um cavalo que todos diziam que era uma aposta certa de ganho.

Este cavalo aparentava ser muito rápido e saudável para ganhar uma corrida.

Além disso ele chamava muita atenção pela sua beleza.

De acordo com os organizadores da aposta, aquele cavalo que iria apostar corrida com o outro cavalo da cidade de Nínive iria vencer facilmente o seu concorrente.

Nesse sentido, de maneira persuasiva, todos que faziam parte dessa caravana que ia para Nínive concordaram com os organizadores da aposta em relação a vantagem daquele animal frente ao seu concorrente niniviano.

Entretanto, quando a aposta realmente aconteceu, Nomasir perdeu todo o seu dinheiro da aposta, tomando uma derrota terrível frente ao cavalo concorrente ao seu.

Posteriomente Nomasir veio a descobrir que ele foi vítima de um golpe comum praticado por aqueles viajantes, cujo público-alvo deles eram outros viajantes gananciosos por dinheiro fácil e rápido.

Em síntese, a moral da história diz para evitarmos promessas de dinheiro fácil, levantando sempre um alerta vermelho para quem vier oferecendo para nós uma oferta sedutora.

Portanto, esta é a 5º lição do “O Homem Mais Rico da Babilônia”: evite promessas de dinheiro fácil e rápido, pois elas sempre estão acompanhadas de falcatruas.

7) A sorte está a favor de quem trabalha e se prepara para ela

Aonde você acha que a sorte se encontra? Ou melhor, como você faria para atrair ela para você?

No capítulo “Encontrando a deusa da boa sorte”, George Clason diz basicamente que a sorte se encontra sempre que aproveitamos as oportunidades oriundas de nossas ações e atitudes.

Em outras palavras, George Clason acredita que a sorte está fadada a encontrar toda e qualquer pessoa que empreende, trabalha, poupa dinheiro, e/ou não procrastina para tomar uma atitude na vida.

Por exemplo, em um trecho do livro Arkad deu um sermão em um participante da sua platéia que relatou ter procrastinado frente a uma oportunidade que obteve:

“As oportunidades não esperarão por um companheiro tão lento como esse. Elas acham que, se um homem deseja realmente ter sorte, deve apressar-se. O sujeito que não se atira quando as oportunidades se apresentam não passa de um procrastinador como o nosso amigo, esse mercador.”.

George Clason – (Clason, 2005, p. 52-53).

Nesse sentido, como você lida com as oportunidades da sua vida?

Você tem procrastinado e deixado as oportunidades passarem, ou tem agarrado todas elas sem deixá-las escapar?

Por fim, Arkad também deixa claro neste capítulo que a sorte nunca se encontra em jogos de azar.

De acordo com George Clason (através das palavras de Arkad), jogos de azar nunca irão trazer sorte a uma pessoa porque:

“Quando um homem joga apostando, a situação se inverte, pois as possibilidades de lucro acham-se freqüentemente contra ele e a favor daquele que dirige a banca”.

George Clason – (Clason, 2005, p. 49).

Além disso, ele argumenta logo em seguida que ele mesmo não conhece pessoas de sucesso que prosperaram através de apostas.

Mas, me responde uma coisa: você acredita que apostas são um meio viável para enriquecer, ou até mesmo você conhece alguém que enriqueceu apostando?

Deixe a sua resposta nos comentários deste post.

Por fim, a 7º lição do “O Homem Mais Rico da Babilônia” nos ensina basicamente a como encontrar a sorte nos lugares certos.

8) “Fortifique as suas muralhas” e proteja-se para o pior

Se acontecesse uma crise financeira na sua vida, você teria como superá-la sem passar por grandes traumas?

Muitas pessoas pensam em como enriquecer, fazer milhões de reais, mas não se preparam se quer para crises financeiras.

Uma prova dessa falta de preparo das pessoas em relação a crises financeiras aconteceu durante a pandemia do COVID-19.

Quantas pessoas tinham uma reserva de emergência para lidar com uma possível demissão do trabalho ou se manter nos primeiros meses da pandemia?

George Clason aborda sobre a importância de preparar-se para o pior através do capítulo “As Muralhas da Babilônia”.

Em síntese, o capítulo “As Muralhas da Babilônia” cita a importância de ter uma muralha segura que proteja uma cidade tão próspera quanto a Babilônia.

Conforme descrito no livro, a população ao ver os assírios tentando violar a muralha e invadir a Babilônia criou uma situação de desespero generalizada.

Caso a cidade fosse invadida, todos aqueles que moravam na Babilônia iriam perder tudo, desde bens materiais até mesmo a própria vida.

Por conta disso, muitos cidadãos iam até o general Banzar para perguntar se a cidade estava segura daquela invasão, e o general sempre tranquilizava a população.

Este general estava acompanhando e lidando com a situação de perto, além de saber exatamente o quão forte eram as muralhas frente àquela invasão.

Por isso Banzar sempre deixava claro que a muralha estava preparada para aguentar a invasão dos assírios, e que nada aconteceria de ruim para a Babilônia.

Na vida real, uma muralha resistente seria o mesmo que ter uma reserva financeira para aguentar grandes instabilidades na economia.

Nesse sentido, trazendo para a nossa realidade, você tem fortificado as suas muralhas financeiras para superar crises?

Tem criado uma reserva de emergência para passar por crises econômicas? Deixe a sua respostas no comentário deste blog.

Em suma, a 8º lição do O Homem Mais Rico da Babilônia mostra a importância de ter uma “muralha” forte para superarmos crises.

9) Gostar de trabalhar te dá vantagem sobre as outras pessoas

Como você enxerga a profissão na qual você passa a maior parte do tempo?

Trabalhar nela te deixa motivado para buscar algo cada vez mais na sua vida, ou é um tédio continuo?

A 9º lição do “O Homem Mais Rico da Babilônia” deixa claro que o trabalho, se visto da maneira errada, pode trazer grandes problemas para uma pessoa.

A história no livro que dá origem a esta lição é a de Sharru Nada.

A princípio Sharru Nada era uma pessoa livre que acabou virando escravo por culpa de um crime cometido pelo seu irmão.

Nesse sentido, durante toda a sua trajetória com outros escravos na mesma situação que ele, sempre haviam duas ideias predominantes entre os escravos.

Uma era a de que o trabalho era importante e iria livrá-los do sofrimento da escravidão.

E a outra ideia era a de que só é possível prosperar sendo malandro e fazendo corpo mole no trabalho.

No fim da história, os escravos que prezavam o trabalho (incluindo Sharru Nada) acabaram se dando bem na história.

O próprio Sharru Nada teve a sua alforria adquirida graças a um amigo que valorizou a sua vontade de trabalhar, a ponto de comprar a sua alforria e libertá-lo da escravidão.

Por outro lado, todos aquele que repudiaram o trabalho pagaram com a própria vida, pois escravos indisciplinados eram punidos com a vida na Babilônia.

Em suma, a moral da história se resume ao fato de que quem foca em trabalhar e agregar na vida dos outros sempre será beneficiado.

Enquanto quem tenta prosperar através da malandragem sempre se dá mal, pois ninguém valoriza esse tipo de pessoa.

Logo, nenhuma oportunidade para melhorar de vida surge na vida desta pessoa.

10) Use a sua profissão para aumentar seus ganhos

Por fim, a 10º lição do “O Homem Mais Rico da Babilônia” também diz respeito ao trabalho, porém numa visão mais voltada as 7 soluções para a falta de dinheiro.

Segundo George Clason nas palavras de Arkad, um homem quando quer ganhar mais dinheiro tem buscar o estudo e o aprimoramento no seu ofício.

No livro, George Clason cita esta ideia da seguinte maneira:

“À proporção que um homem aperfeiçoa-se em seu ofício, sua capacidade para ganhar dinheiro também cresce”.

George Clason – (Clason, 2005, p. 44).

Nesse sentido, se mesmo seguindo a lei do 1/10, criando um orçamento e investindo o seu dinheiro você ainda esteja passando por dificuldades, talvez a solução para a falta de dinheiro esteja nesta lição.

E o fator exponencial que aumenta os seus ganhos na sua profissão é o conhecimento.

Desse modo, você será cada vez mais recompensado financeiramente na profissão em que atua.

Portanto, se a grana estiver curta, estude para se tornar cada vez melhor na sua profissão para ser melhor remunerado.

Conclusão

Estas foram as 10 lições do “O Homem Mais Rico da Babilônia” que com certeza vão te ajudar a melhorar de vida.

Seja no âmbito financeiro ou de mentalidade, este livro nos da ensinamentos riquíssimos sobre um bom relacionamento com o dinheiro.

Claro que este blog não substitui a leitura do livro na íntegra, mas já te dará uma boa noção do que você pode encontrar no livro ou revisar alguns conceitos da obra.

Qualquer que seja o motivo pelo qual você chegou aqui, não se esqueça de pôr tudo o que leu aqui em prática.

Por fim, caso queira continuar lendo mais sobre este livro aqui neste blog, confira agora mesmo outros blogs do livro nos links abaixo:

Referências

Referência

CLASON, George S. O Homem Mais Rico da Babilônia. 18. ed. [S. l.]: Ediouro, 2005. 121 p. ISBN 9788500003042.

HAZLITT, Henry. O básico sobre a inflação. Mises Brasil, 18/01/2013. Disponível em: https://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1296 Acesso em: 19/04/2022

NASCIMENTO, Luciano. BC diz que 2022 deve fechar com inflação de 7,1%. Agência Brasil, 24/03/2022. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2022-03/bc-diz-que-2022-deve-fechar-com-inflacao-de-71#:~:text=O%20Banco%20Central%20(BC)%20elevou,2022%3A%203%2C5%25. Acesso em: 19/04/2022

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Carlos Gomes

Estou terminando meu bacharel em administração, sou especialista em investimentos (CPA-20, Anbima) e além de tudo um leitor de livros polímata.
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